segunda-feira, 1 de março de 2021

GEOGRAFIA 7º ANO A e B- Ensino Fundamental

 

Colégio Estadual Princesa Izabel. Taquaral de Goiás, 01 de março de 2021.

Diretor: Wattson Mamede de Souza

Coordenadora: Iêda Martins Cananéia

Profª. de Geografia: Rubla Moame

Aluno:                                      7º Ano- Turma: A e B  Atividade impressa somente para alunos que realmente não conseguirem escrever no caderno ou que não tenham internet. No caso de fazê-la impressa, circule no cabeçalho a sua turma.

 


Conteúdo: Povoamento e ocupação do território brasileiro.

           O início da ocupação europeia no território brasileiro, a partir do século XVI, foi parte da expansão territorial portuguesa no Atlântico, estimulada pela Revolução Comercial, que tornara a Europa sedenta por produtos tropicais, além de minerais. Nesse mesmo século foram iniciadas então a expropriação (desapropriação forçada; ato de retirar algum pertence a força) da população nativa e a devastação da floresta, com o povoamento e colonização. Inicialmente, navegadores, aventureiros e corsários se interessaram por produtos da terra, como o pau-brasil, estimulando os indígenas do litoral a coletarem madeiras e peles de animais adentrando nas matas, em troca de objetos de pouco valor.

          Início da ocupação pelos portugueses

             Somente algumas décadas após o “descobrimento”, Portugal voltou suas atenções para esse território, iniciando de fato o povoamento e desmatando grandes áreas para a agricultura, sobretudo da cana-de-açúcar. Para produzir o açúcar, aprisionaram e escravizaram indígenas, importaram pessoas escravizadas da África, trouxeram animais de tração da Europa e intensificaram a destruição da floresta. Os indígenas que se rebelaram, fugiram para o interior, sendo perseguidos pelos portugueses que, nessa busca, conquistaram mais terras.

   No Sudeste do Brasil e na Bahia, a penetração foi bem mais expressiva ao final do século XVI, quando os bandeirantes se interiorizaram na busca por metais preciosos e índios para escravizar. Na Bahia, quem comandou a penetração foram fazendeiros à procura de terras para a pecuária, que também buscaram exterminar os indígenas resistentes.

      No século XVIII, a ocupação já era mais intensa. Na bacia do São Francisco e parte do sertão nordestino, grandes latifúndios eram explorados diretamente pelos sesmeiros, ou por sitiantes que criavam animais e pagavam uma pensão ao proprietário.

          Descoberta das Minas Gerais

       Minas de ouro e de pedras preciosas foram descobertas pelos paulistas que adentravam novas terras, atraindo grandes migrações ao interior e formando arraiais de garimpeiros. Esse povoamento descontínuo se adensava em torno dos garimpos, originando vilas, muitas vezes, distantes entre si, como o núcleo situado nos Gerais e Diamantina, Vila Boa de Goiás e Cuiabá. Entre essas vilas, desenvolveram-se lavouras de subsistência (sem fins lucrativos, para a sobrevivência) e também atividades pecuárias. Aos poucos, estas áreas deram origem às Capitanias de Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso, desmembradas da então Capitania de São Vicente.

         Povoamento do sul do Brasil

             No sul do Brasil daqueles tempos, houve pouquíssimo povoamento no litoral, na porção ocidental interiorana se desenvolveu um Estado teocrático indígena, organizado pelos jesuítas, com a formação das missões. Lá desenvolviam a pecuária e a agricultura de subsistência. Essa civilização, com obras de arte monumentais, como a igreja de São Miguel, provocou suspeitas entre as coroas de Espanha e Portugal, além de despertar a cobiça dos bandeirantes que, em sucessivas incursões, destruíram vários núcleos missioneiros, escravizando indígenas, roubando o gado e desorganizando a estrutura de povoamento.

             A colonização, ou dominação do território no sul do país ocorreu com população de origem portuguesa – colonos açorianos assentados no Rio Grande do Sul. Áreas percorridas por bandeirantes paulistas que se estabeleceram nas áreas de campo, desenvolvendo a pecuária, que ali encontrou condições ambientais favoráveis.

Por volta do século XIX, no sul do Brasil foram instaladas colônias baseadas no sistema de apropriação de terras, através de colonização oficial ou particular. Esse modo de ocupar as terras foi mais difundido nessa região, assentando distintas levas de imigrantes para além dos portugueses, como: alemães, italianos, árabes, poloneses e japoneses.

         A ocupação da Amazônia e o norte do Brasil

          A ocupação da Amazônia foi lenta. As distâncias eram enormes, o clima muito quente e úmido, os indígenas insubmissos e diversas doenças atingiam os navegadores e aventureiros. Os rios e seus afluentes foram percorridos por navegadores portugueses e espanhóis desde o século XVI, com vantagem para os lusitanos que se estabeleceram na foz do grande rio, em Belém, fazendo expedições de caça aos indígenas e à procura de drogas do sertão.

        No século XVIII, com maior definição das fronteiras com a Espanha, Portugal estabeleceu um modelo de ocupação permanente, utilizando em princípio missões religiosas e, em seguida, estabelecimentos governamentais para reter o indígena e fazê-lo produzir para o mercado – madeiras, essências florestais, peixes salgados, couros e peles, entre outros.

        Na segunda metade do século XIX, a exploração da borracha e da castanha provocariam uma intensificação da migração para a Amazônia, causando o abandono das roças de mantimentos e o aumento da exploração da seringueira e da castanheira. A economia se focou ao mercado externo, implantando-se os seringais nas margens dos rios, enquanto nos pontos de convergência de vários rios situaram-se vilas e cidades; dentre elas, Belém e Manaus tiveram grande crescimento populacional e comercial. O ciclo da borracha não duraria muito, porque a seringueira foi levada para o Sudeste Asiático, conquistando os mercados do Brasil. A estagnação e decadência duraram até a segunda metade do século XX, quando o povoamento foi adensado com a construção de rodovias e o desenvolvimento da mineração e da pecuária.

         A ocupação da região central do país e Brasília

           O processo de ocupação da Amazônia, desenvolvido a partir dos anos 1930, e o projeto de transferência da capital para o Planalto Central, foram feitos por algumas etapas: do Estado Novo de Vargas; de Juscelino, com ênfase na construção da capital Brasília e ligação do território nacional; a do período militar, com grande abertura para o capital estrangeiro e o emprego de grandes capitais na construção de rodovias e mineração; e a etapa que o geógrafo Manuel Correia de Andrade considera que se inicia em meados da década de 1990, caracterizada pela grande crise da chamada década perdida (1980) e a tentativa de recuperação.

         No período Vargas, o governo desenvolveu projetos de colonização agrícola no chamado Mato Grosso de Goiás e no próprio Estado de Mato Grosso criou cinco territórios federais, visando dinamizar economicamente as áreas de fronteiras, desenvolvendo atividades em trechos distantes e pouco povoado. Destes territórios fronteiriços, três se transformaram em estados – Amapá, Roraima e Rondônia – e dois foram extintos em 1947: Iguaçu e Ponta-Porã (integrado ao atual estado do Mato Grosso do Sul, criado em 1975).

          No período de Juscelino Kubitschek foi realizada a construção de Brasília, fazendo uma área antes formada por grandes fazendas de criação e terras devolutas quase despovoadas ser ocupada por cidades, formando núcleos urbanos que viviam em função da capital. A construção da cidade atraiu muitos migrantes, principalmente do Nordeste – os candangos – trazendo crescimento populacional a Goiás, graças à abertura de estradas. A inauguração da rodovia Belém-Brasília facilitou a penetração do povoamento até a porção sul do Maranhão e do Pará, influenciando a criação do Estado do Tocantins, em 1988.

          Os militares, que ocuparam o poder de 1964 a 1985, desenvolveram uma política de expansão no Norte e no Centro-Oeste. Concluíram assim a construção de estradas que ligaram o Centro-Sul às principais cidades amazônicas, fortalecendo uma migração populacional no sentido Sul-Norte. Grandes projetos foram iniciados por grupos internacionais interessados na extração de minérios, desmatamento para a produção de celulose, entre outros. Concessões de terras desvantajosas também foram feitas visando a extração de bauxita (de onde se extrai o alumínio) no Pará. Projetos como esses ocorreram por toda a região, acompanhados de concessões nas áreas próximas às rodovias, sobretudo para a pecuária bovina e localização de colonos que deveriam produzir cacau e café para exportação. Essa política foi prejudicial ao país, por desconsiderar a inadequação de grande parte dos solos e o encarecimento dos produtos, devido às distâncias. Ademais, foi responsável pelo desmatamento de grandes áreas, erosão dos solos, poluição dos rios, além de estimular a formação de imensos latifúndios improdutivos.

           O “vazio” demográfico existente em áreas de fronteira, o crescimento do narcotráfico e a penetração de garimpeiros estrangeiros, levaram o Exército a formular um projeto de ocupação e povoamento da fronteira, o Calha Norte, idealizado em 1985 durante o governo Sarney, que previa a ocupação militar de uma faixa do território nacional situada ao Norte da Calha do Rio Solimões e do Rio Amazonas.

Só para finalizar:

"O conhecimento do território brasileiro e de suas bases físicas é importante para compreender que o país possui potencialidades econômicas e sociais, mas também vulnerabilidades ambientais."

Ok!

Agora vamos verificar a sua aprendizagem.

ATIVIDADES

  1. Para garantir a posse da terra, Portugal decidiu colonizar o Brasil. Mas, para isso, seria preciso desenvolver uma atividade econômica lucrativa. A solução encontrada foi implantar em certos trechos do litoral

a) (   ) a produção açucareira.

b) (   ) a exploração do ouro.

c) (   ) a criação de gado.

d) (   ) o comércio de especiarias.

  1. Sabe-se que as chamadas “drogas do Sertão” (cravo, canela, castanha, cacau) que juntamente com as atividades missionárias dos jesuítas deu início a ocupação

a) (   ) da parte sul do Brasil.

b) (   ) da região amazônica.

c) (   ) da região mineira.

d) (   ) do nordeste brasileiro.

  1. Com a crise da economia açucareira e as constantes expedições ao longo das áreas interioranas do Brasil, inicia-se assim o ciclo

a) (   ) do café.

b) (   ) da madeira.

c) (   ) do ouro.

d) (   ) da pecuária.

  1. Quais foram as principais medidas tomadas pelos portugueses em relação ao início do povoamento e da efetiva colonização do território brasileiro?

 

  1. Explique os reflexos socioeconômicos e populacionais do “ciclo da borracha” na região amazônica.

 

  1. Descreva o processo de expansão do norte e centro-oeste brasileiro entre 1964 à 1985, tendo em foco seus impactos socioambientais e socioeconômicos.

 

GEOGRAFIA 6º Ano A e B- Ensino Fundamental

 

Colégio Estadual Princesa Izabel. Taquaral de Goiás, 01 de março de 2021.

Diretor: Wattson Mamede de Souza

Coordenadora: Iêda Martins Cananéia

Profª. de Geografia: Rubla Moame

Aluno:                                      6º Ano- Turma: A e B  Atividade impressa somente para alunos que realmente não conseguirem escrever no caderno ou que não tenham internet. No caso de fazê-la impressa, circule no cabeçalho a sua turma.

Conteúdo: Elementos do clima

O clima, como já sabemos, é o resultado das sucessivas ocorrências meteorológicas ao longo do tempo. Trata-se do comportamento da atmosfera (superfície gasosa do planeta). Ele é composto de alguns elementos que ditam as suas características, ou seja, que dão forma aos diferentes tipos de clima que existem em todo o mundo.

          Os elementos climáticos, como o próprio nome indica, são os fenômenos que compõem o clima. São eles: a temperatura, a umidade do ar, a pressão atmosférica e a radiação solar.

TEMPERATURA

 

          É o registro do calor atmosférico e costuma ser medida em graus Celsius (ºC) ou em outras unidades que são utilizadas em outros países, como o Fahrenheit (ºF) e o Kelvin (K). Assim, um valor alto das temperaturas – 37ºC ou 40ºC, por exemplo – significa que está muito quente, enquanto temperaturas mais baixas significam que está mais frio.

UMIDADE DO AR

 

     É a quantidade de água presente no ar atmosférico em forma de vapor. Ela é dividida em umidade absoluta, que é a quantidade total de água existente no ar, e umidade relativa, que é a umidade de água presente no ar em comparação com o necessário para começar a chover.

PRESSÃO ATMOSFÉRICA

 

           É o “peso” que a atmosfera exerce sobre as nossas cabeças e sobre a superfície terrestre, sendo medida em milibares (mb) ou em outras unidades de medida. Geralmente, quando algum fator climático provoca o aumento da pressão atmosférica, as temperaturas ficam mais elevadas.

RADIAÇÃO SOLAR

 

            É o calor produzido pelo sol e recebido pela Terra. Ela é muito importante para manter o aquecimento do nosso planeta e, assim, controlar as temperaturas para propiciar a manutenção da vida. Contudo, nem toda a radiação recebida pelo nosso planeta chega à superfície, a maior parte é absorvida ou refletida pela atmosfera.

           Como o nosso planeta possui uma determinada inclinação em seu eixo, nem todas as partes da superfície terrestre recebem a mesma quantidade de radiação solar, o que permite que existam as chamadas zonas térmicas (ou de iluminação) da Terra. O processo de reflexão da radiação solar da superfície para a atmosfera e da atmosfera de volta para a superfície é chamado de efeito estufa.

 


           Como podemos perceber, os elementos climáticos formam os atributos básicos que constituem o clima das diferentes partes do mundo. A presença ou ausência desses elementos está condicionada a diversos outros fenômenos, chamados de fatores climáticos, que incluem o relevo, a vegetação, a altitude e outros.

TIPOS DE CLIMA NO BRASIL

 

Você sabia que...

...o território brasileiro, em virtude da sua localização e grande extensão, apresenta diferentes tipos de clima?

Então vamos identificar os tipos de climas predominantes no Brasil.



 Os principais climas do Brasil são: equatorial, tropical, semiárido, tropical de altitude, tropical atlântico e subtropical.

Equatorial

 

      Esse é o clima predominante na região Amazônica, que abrange a Região Norte e porções dos estados de Mato Grosso e Maranhão. A temperatura média anual é elevada, variando entre 25 °C e 27 °C, com chuvas durante todo o ano e alta umidade do ar.

Tropical

 

         Abrange estados das Regiões Centro-Oeste, Nordeste, Norte e Sudeste. Apresenta duas estações bem definidas: inverno (seco) e verão (chuvoso). A temperatura média varia entre 18 e 28 °C.

Semiárido

 

         Esse clima do Brasil predomina no interior nordestino. A temperatura é elevada, com média de 27 °C, e as chuvas são escassas e irregulares. Essas características, além da falta de políticas públicas (construção de reservatórios de água), dificultam o desenvolvimento das atividades agrícolas.

Tropical de altitude

 

      Típico das áreas mais elevadas dos estados do Sudeste (Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo). A temperatura, com média anual entre 18 °C e 22 °C, é mais baixa nas áreas mais altas do relevo. Uma característica desse clima são as geadas durante o inverno.

Tropical atlântico

 

        Está presente na zona litorânea que se estende do Rio Grande do Norte, no Nordeste, ao Paraná, no Sul. A temperatura é elevada, por volta de 25 °C. As chuvas, regulares e bem distribuídas, são mais intensas no Sul e no Sudeste durante o verão e no Nordeste, durante o inverno. 

Subtropical

 

         Clima predominante nas porções do território brasileiro situadas ao sul do Trópico de Capricórnio, na Zona Climática Temperada do Sul. Inclui os estados da Região Sul e parte de São Paulo e Mato Grosso do Sul. A temperatura média é de 18 °C, considerada a mais baixa do país. As chuvas são regulares e bem distribuídas. O verão é quente e o inverno é bastante frio, sendo comum a ocorrência de neve ou geada em determinados lugares.

 Fatores Climáticos

 

Os fatores climáticos são as condições que determinam ou interferem nos elementos climáticos e os climas deles resultantes. São eles que ajudam a explicar o porquê de uma região ser quente e úmida e outra ser fria e seca, por exemplo. Os principais fatores climáticos são: latitude, altitude, maritimidade e continentalidade, massas de ar, vegetação, correntes marítimas e até o relevo.

a) latitude: está intrinsecamente ligada às diferenças da radiação solar sobre a Terra. Assim, quanto mais próximo à Linha do Equador (baixas latitudes), mais as temperaturas tendem a aumentar. Por outro lado, à medida que nos direcionamos rumo às zonas polares (altas latitudes), menores tendem a ser as temperaturas.

b) altitude: em regiões mais altas, a pressão atmosfera costuma ser menor, além do fato de a irradiação também ser mais diminuta. Assim a temperatura costuma ser inferior, o que nos faz concluir que quanto maior a altitude, menores as temperaturas e, quanto mais próximo ao nível do mar, maiores as temperaturas.



Regiões mais altas costumam ser mais frias

 

c) maritimidade ou continentalidade: são termos que designam, respectivamente, a proximidade de um local do mar ou a sua posição em uma região mais continental, o que interfere diretamente sobre o clima. Isso ocorre porque o solo costuma se aquecer ou se resfriar mais rapidamente do que a água, o que acarreta uma maior amplitude térmica (diferença entre a maior e menor temperatura) ao longo do ano em regiões continentais e o inverso em regiões litorâneas.

d) massas de ar: em função das diferenças de pressão atmosférica, temos a movimentação do ar. Quando esse movimento ocorre em blocos de ar com a mesma temperatura e umidade, formam-se as massas de ar, que transferem suas características para o clima dos locais por onde passam. Massas de ar frio e úmido, por exemplo, são responsáveis por diminuírem as temperaturas e aumentarem a umidade. O encontro entre duas massas diferentes forma as frentes de ar.

e) vegetação: interfere no clima de várias formas diferentes. As principais delas são a contenção ou absorção dos raios solares, minimizando os seus efeitos, e a elevação da umidade por meio da evapotranspiração, o que ajuda a diminuir as temperaturas e elevar os índices de chuva.

f) relevo: também influencia o clima quando as regiões mais altas impedem a passagem de massas de ar, fazendo com que algumas regiões se tornem mais secas ou até desérticas.

g) correntes marítimas: apresentam condições específicas de temperatura, influenciando diretamente o clima. Em regiões em que o mar é mais quente, por exemplo, a evaporação aumenta e eleva a umidade, que se dispersa para outras regiões. Quando as correntes são mais frias, a umidade local diminui e a pressão atmosférica e a umidade passam a ser menores, o que faz com que essa região acabe “sugando” as massas de ar de outras localidades, que passam a sofrer alterações em seus climas.

Além de todos esses fatores, que são os de ordem natural, também é preciso lembrar que o homem acaba se tornando um dos agentes mais intensos de transformação do clima. Ele pode ser responsável tanto por fenômenos climáticos mais localizados (ilhas de calor, inversão térmica e outros) quanto por processos mais amplos e diversificados.

 

Vamos verificar a sua compreensão? ATIVIDADE

 

1ª) Muitas vezes, há confusões entre conceito de tempo atmosférico e o de clima. Apesar de relacionarem-se, esses conceitos não são sinônimos. O que diferencia o tempo atmosférico do clima?

 

2ª) Para identificar o clima de um município, estado, região, ou país, é necessária a observação do tempo atmosférico durante um longo período. Que elementos da atmosfera devem ser observados para identificar um clima?

 

3ª) As massas de ar são gigantescas bolhas de ar que circulam pela atmosfera, influenciando o clima por onde passam.

a) Quais são as duas principais massas de ar que mais influenciam os climas do Brasil?

b) De que maneira podem ser as massas de ar? Quais os tipos de massas de ar?

 

4ª) Para entender por que existem diferenças e semelhanças entre os climas de diversos lugares da terra, você deve conhecer os fatores climáticos, que interferem na dinâmica dos climas. Quais são os principais fatores do clima?

 

5ª) De que maneira a latitude interfere na temperatura de um lugar?

 

6ª) De que maneira a altitude interfere na temperatura de um lugar?

 

Atividades de Língua Portuguesa - 8° ano A e B

 

Unidade Educacional: Colégio Estadual Princesa Izabel

Diretor: Wattson Mamedes de Souza.

Professora: Aline Lorrana Maia.

Série: 8ª Ano A e B

Taquaral de Goiás, 01 de março de 2021.  

Aluno(a):                                                                                

      

Atividades de Língua Portuguesa referente ao 1° Bimestre de 2021


Relato de experimento científico

 

 O relato de experimento científico é um texto que descreve precisamente uma dada experiência que possa contribuir de forma relevante para sua área de atuação. É a descrição que um autor ou uma equipe fazem de uma vivência profissional tida como exitosa ou não, mas que contribua com a discussão, a troca e a proposição de ideias para a melhoria do cuidado na saúde.

O relato de experimento científico tem a função comunicativa de apresentar as etapas de um experimento, os dados obtidos e as conclusões. Para isso, é importante detalhar a sequência de procedimentos que constituirão a experiência.

Ele traz as motivações ou metodologias para as ações tomadas na situação e as considerações/impressões que a vivência trouxe àquele (a) que a viveu. O relato é feito de modo contextualizado, com objetividade e aporte teórico. Em outras palavras, não é uma narração emotiva e subjetiva, nem uma mera divagação pessoal e aleatória.

Nem todas as experiências mostram resultados positivos, mas, mesmo quando revelam enfrentamentos e dificuldades, os relatos são importantes para alertar outros trabalhadores e indicar novos caminhos.

Enquanto alguns defendem que nesse tipo de texto exista maior liberdade para descrever impressões e tecer considerações com uma linguagem mais pessoal, outros mantêm que, sendo um trabalho científico, ele deve manter a impessoalidade e seriedade que a academia requer.

Seja como for, o relato deve trazer considerações (a partir da vivência sobre a qual se relata e reflete) que sejam significativas para a área de estudos em questão. Isto é, é importante que seu relato não fique apenas no nível de descrever uma situação. Ele deve ir além e estabelecer ponderações e reflexões, embasadas na experiência relatada e no seu respectivo aparato teórico. É esperado que tais experiências possam contribuir para outros pesquisadores da área, ampliando o efeito da sua experiência como potencial exemplo para outros estudos e vivências.

O relato de experiência normalmente inclui uma introdução com marco teórico de referência para a experiência. A seguir, traz os objetivos da vivência e expõe as metodologias empregadas para realizar tal experiência, incluindo descrição do contexto e dos procedimentos. Após isso, apresentam-se os resultados observados e as considerações tecidas a partir dos mesmos.

Estratégias para realizar um experimento científico e relatar os resultados concluídos

O objetivo com essas atividades é que os alunos participem e realizem uma experiência científica, depois elaborem o relato dessa experiência e, por fim, conduzam a realização do experimento em outra turma.

 

Atividade 1: Realização da experiência

Para essa experiência você irá precisar de:

1 pote

1 folha de papel

1 panela funda

Água

Procedimento:

Pegue a folha de papel e amasse um pouco. Feito isso, coloque a folha de papel dentro do pote, lá no fundo. Tenha certeza de que ao virar o pote de cabeça para baixo o papel amassado não caia.

Pegue a panela e complete-a com água. Agora pegue o pote com o papel dentro, vire com a boca para baixo e mergulhe dentro da panela com água, mantendo o pote sempre na vertical. Deixe o pote nessa posição por alguns instantes e depois o retire da panela.

 

Orientações para a realização da experiência:

Como você vai realizar esta experiência em casa, escreva no caderno as hipóteses levantadas.

Observe os materiais necessários e o procedimento a ser realizado. Antes de fazer o experimento, levante suas hipóteses em relação à questão: “O papel irá molhar depois de colocado na bacia?”

Ao final da experiência, o papel não molhará. Então, sugerimos que você questione: Por que o papel não molhou?


Com o debate, é importante que chegue à conclusão:

A água não consegue entrar no pote por que ele está cheio de ar! A primeira vista, você poderia dizer que o pote está só com o papel amassado dentro, mas este também contém ar, o qual ocupa espaço. E não importa a forma ou tamanho do pote, como o ar é um gás ele irá ocupar todo o espaço disponível.

 

Atividade 

Após a realização da experiência, deverá elaborar um texto que relate o experimento. Observe como esse texto deve ser estruturado. Ele deve trazer o nome do experimento, os materiais usados, o procedimento realizado e as conclusões construídas. Além disso, pode conter mais um item que demonstre por meio de imagens a experiência feita.

Observação: Você pode pesquisar outra experiência cientifica, não precisa ser essa do exemplo.

O importante e você produzir o seu relato de experiência e registrar com uma foto ou vídeo.

Exemplos dos passos à seguir para produzir seu relato:

Experimento:

Materiais utilizados (O que usamos): 

Procedimento (O que fizemos):  

Conclusão (O que percebemos): 



Atividades de Língua Portuguesa 7ª Ano A e B

 Unidade Educacional: Colégio Estadual Princesa Izabel

Diretor: Wattson Mamedes de Souza

Professora: Luciene Aparecida Silvestre

Série: 7ª Ano A e B

Taquaral de Goiás, 01 de Março de 2021.

Data da entrega: Ainda hoje 01/03/2021 até as 22:30 horas da noite.

 Atividades de Língua Portuguesa referente ao 1ª Bimestre de 2021.

INSTRUÇÕES:

1. Preencha o cabeçalho.

2. Dê respostas completas a todas as questões. Faça letra legível.

3. Leia as questões com atenção antes de respondê-las;

Tema: Gênero Poemas Visuais. Reconstrução da textualidade e compreensão dos efeitos de sentido provocados pelos usos de recursos linguísticos e multissemióticos: recursos expressivos dos poemas. Elementos notacionais da escrita: pontuação de textos. Estratégias de produção: planejamento, textualização e revisão/ edição de textos artístico-literários; produção de poemas visuais e vídeo-poemas; relações entre imagem e texto verbal.

Habilidades Essenciais: (EF69LP48) Interpretar, em poemas, efeitos produzidos pelo uso de recursos expressivos sonoros (estrofação, rimas, aliterações etc), semânticos (figuras de linguagem, por exemplo), gráfico-espacial (distribuição da mancha gráfica no papel), imagens e sua relação com o texto verbal; (EF67LP33) Pontuar textos do campo Artístico-Literário adequadamente; (EF67LP31-B) Produzir poemas visuais, explorando as relações entre imagem e texto verbal, a distribuição da mancha gráfica (poema visual) e outros recursos visuais e sonoros.

Olá, turminha! Nessa aula de hoje vamos continuar estudando sobre os poemas visuais!

Leia o texto abaixo

ATIVIDADES

1. O poema pode ser dividido em três partes, cada uma, referente a um momento do que aconteceu com o pássaro. Quais são essas três partes do poema?

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2. Que significado pode-se atribuir às palavras norte e sul, dispostas no sentido vertical?

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Leia no poema os versos que nos informam que o pássaro foi atingido por um tiro.

3. a) O que o formato que os versos adquirem nesse momento nos lembra?

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b) A partir da resposta anterior, é possível afirmar que existe uma relação com a forma dos versos e o fato do pássaro ter sido atingido por um tiro?

______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

5. Observe os seguintes versos: "penas fofas / leves plumas / mole espuma / e um risco / surdo". O que você entende por "risco surdo"?

______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

6. As repetições das palavras “cantava” e “voava” lembram

a) ( ) a vida do pássaro com seus filhotes.

b) ( ) a vida do pássaro na gaiola.

c) ( ) o sonho de fuga do pássaro.

d) ( ) o movimento do pássaro no céu.

7. Observe o título do poema: Pássaro em vertical. O que enfatiza esse título?

______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

 8. As características do poema visual são

a) ( ) articulação de imagens com as palavras para formar o texto, como recurso estético para produzir sentido.

b) ( ) organiza-se em versos rimados e estrofes. c) ( ) apresenta apenas imagens sem relação nenhuma entre elas.

d) ( ) há apenas palavras para transmitir uma mensagem.

9. Agora é a sua vez! Você irá produzir um poema visual. Para isso, sugere-se o passo a passo abaixo. Passo a passo

→ Crie um poema visual com o seu nome.

→ Observe as letras que o compõem. Pense em rimas e palavras que derivem dele.

→ Estruture o seu poema de maneira que as palavras formem uma figura.

→ Componha-o conforme planejado em um rascunho.

→ Dê um título ao seu texto.

→ Passe-o a limpo depois da revisão.

 

Ah, não! Que pena, aula terminou!!!




Atividades de Língua Portuguesa 6ª Ano A e B

 Unidade Educacional: Colégio Estadual Princesa Izabel

Diretor: Wattson Mamedes de Souza

Professora: Luciene Aparecida Silvestre

Aluno (a):___________________________________________________

Série: 6ª Ano A e B

Taquaral de Goiás, 01 de Maço de 2021

Data da entrega: Ainda hoje 01/03/2021 até as 22:30 horas da noite.

 Atividades de Língua Portuguesa referente ao 1ª Bimestre de 2021.

INSTRUÇÕES:

1. Preencha o cabeçalho.

2. Dê respostas completas a todas as questões. Faça letra legível.

3. Leia as questões com atenção antes de respondê-las;

Tema: Gênero Infográficos. Estratégias e procedimentos de leitura/ Procedimentos e gêneros de apoio à compreensão.

 Habilidades Essenciais: (EF69LP34-A) Grifar as partes essenciais do texto, tendo em vista os objetivos de leitura, produzir marginálias (ou tomar notas em outro suporte), sínteses organizadas em itens, esquema, resumo, infográfico, tabela, gráfico ou ilustrações, dependendo do que for mais adequado; (EF69LP32-A) Selecionar informações e dados relevantes de fontes diversas (impressas, digitais, orais etc.), avaliando a qualidade e a utilidade dessas fontes; (EF69LP42-A) Analisar a construção composicional dos textos pertencentes a gêneros relacionados à divulgação de conhecimentos: título, (olho e/ou janela), introdução, divisão do texto em subtítulos, imagens ilustrativas de conceitos, relações, ou resultados complexos (fotos, ilustrações, esquemas, gráficos, infográficos, diagramas, figuras, tabelas, mapas) etc., exposição, contendo definições, descrições, comparações, enumerações, exemplificações e remissões a conceitos e relações por meio de notas de rodapé, boxes ou links; ou título, contextualização do campo, ordenação temporal ou temática por tema ou subtema, intercalação de trechos verbais com fotos, ilustrações, áudios, vídeos etc.

ATENÇÃO: CONTINUAÇÃO DAS ATIVIDADES SOBRE O GÊNERO INFOGRÁFICO.

Leia o texto com atenção para responder às próximas atividades:


1.Além da linguagem verbal, quais outros elementos compõem este infográfico?_________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

 2. As informações presentes no infográfico foram divulgadas por quem?

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3. De acordo com o infográfico, qual região brasileira possui os estados mais violentos de 2016?

a) ( ) Centro-oeste.

b) ( ) Nordeste.

c) ( ) Sul.

d) ( ) Sudeste.

4. De acordo com o texto, Goiás é o estado que possui o maior número de latrocínios em 2016. Pesquise no infográfico o significado da palavra latrocínio e anote em seu caderno.

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 5. Sobre o infográfico em estudo, assinale nas frases V para verdadeiro e F para falso:

a) ( ) Os infográficos são focados em um tema. Todas as informações e imagens são selecionados para ressaltar esse foco, no caso desse, em estudo, a temática central é a violência no Brasil no ano de 2016.

b) ( ) Infográficos, geralmente, incluem gráficos, tabelas e representações de dados relevantes. Esses itens oferecem representações visuais da informação que está sendo compartilhada e ajuda a quebrar o conteúdo, tornando-o mais fácil de digerir. No infográfico acima, por exemplo, os ícones utilizados são pouco populares, dificultando o entendimento do assunto por parte de muitos leitores.

c) ( ) Ao comparar o número de mortes violentas no Brasil em 2016 com a bombas nucleares no Japão em 1945, o autor do infográfico teve a intenção de impressionar, chocar o leitor com a real situação da violência no Brasil.

d) ( ) Homens de pele negra foram as maiores vítimas de violência em 2016.